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Objetivos

A Comunidade para o Desenvolvimento Humano

Os objetivos da Comunidade para o Desenvolvimento Humano são o estudo, o desenvolvimento, a difusão e a instalação de uma nova cultura apoiada nas idéias fundamentais do Humanismo Universalista.

Essa nova cultura será o correlato de uma configuração de consciência avançada em que todo tipo de violência provoque repugnância. A instalação de tal estruturação de consciência não-violenta nas sociedades seria uma conquista cultural profunda. Isso iria além das idéias ou das emoções que se manifestam de maneira débil nas sociedades atuais, para começar a fazer parte do tecido psicossomático e psicossocial do ser humano.

A atitude humanista, aspecto essencial dessa nova cultura, para além  de toda proposição teórica, pode ser compreendida como uma “sensibilidade”, como um posicionamento frente ao mundo humano, no qual se reconhecem a intenção e a liberdade em outros e em que se assumem compromissos de luta não-violenta contra a discriminação e a violência.

Notas Internacionais


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A VERDADEIRA SOLIDARIEDADE

Consideremos estas idéias: “Onde há sofrimento e posso fazer algo para aliviá-lo, tomo a iniciativa. Onde não posso fazer nada, sigo meu caminho alegremente”.
Semelhantes idéias parecem práticas, mas nos deixam o sabor de falta de solidariedade. Como seguir em frente alegremente deixando para trás o sofrimento, desentendendo-nos do pesar alheio?


Vejamos um exemplo. No meio da calçada, um homem cai em violentas convulsões. Os transeuntes se concentram, dando instruções contraditórias e criando ao redor do doente um cerco asfixiante. Muitos se preocupam, mas não são efetivos. Talvez quem chame urgentemente ao médico, ou aquele outro que põe a raia aos curiosos para evitar o aglomeramento, sejam os mais ajuizados. Eu posso ser um dos que tomam a iniciativa, ou talvez um terceiro que consegue algo positivo e prático em tal situação. Mas se atuo por simples solidariedade criando confusão, ou obstaculizando aos que podem fazer algo prático, não ajudo, e sim prejudico.


O anterior é compreensível, mas que quer dizer: “…Onde não posso fazer nada, sigo meu caminho alegremente”? Não quer dizer que estou muito contente por isso que sucedeu. Quer dizer que minha direção não deve ser entorpecida pelo inevitável; quer dizer que não devo somar problemas aos problemas; quer dizer que devo positivizar o futuro, já que o oposto não é bom para outros nem para mim.


Há pessoas que, com uma mal entendida solidariedade, negativizam quem quer ajudar e prejudicam a elas mesmas. Essas são diminuições da solidariedade, porque a energia perdida nesse comportamento deveria haver-se aplicado em outra direção, em outras pessoas, em outras situações nas quais efetivamente tivesse obtido resultados práticos. Quando falamos de resultados práticos, não nos referimos somente ao brutalmente material, porque até um sorriso ou uma palavra de encorajamento podem ser úteis se existe uma possibilidade de que ajudem.