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Idéias básicas

Convergência das Culturas

"O Humanismo Universalista, também chamado de Novo Humanismo, caracteriza-se por destacar a atitude humanista. Essa atitude não é uma filosofia, mas uma perspectiva, uma sensibilidade e um modo de viver a relação com outros seres humanos. O Humanismo Universalista afirma que, em todas as culturas, em seu melhor momento de criatividade, a atitude humanista impregna o ambiente social. Assim, repudia-se a discriminação, as guerras e, em geral, a violência. A liberdade de idéias e crenças ganha forte impulso, o que incentiva, por sua vez, a investigação e a criatividade na ciência, arte e outras expressões sociais. Em todo caso, o Humanismo Universalista propõe um dialogo não abstrato nem institucional entre as culturas, mas o acordo em torno a pontos  básicos e a colaboração mútua entre os representantes das diversas culturas, com base em momentos humanistas simétricos.”

Na sociedade atual, a convivência entre culturas diferentes é um fato diário. Mas o extraordinário deste momento histórico é que se trata  de um momento de mundialização, em que todas as culturas se aproximam e se influenciam mutuamente como nunca aconteceu antes.

É importante distinguir entre esse processo de mundialização crescente e a globalização. A propalada globalização nada mais é que o tradicional comportamento que impulsionaram os centros imperiais. Como aconteceu reiteradamente na história, esses impérios se instalam, desenvolvem-se e fazem com que outros povos girem a seu redor, impondo seu idioma, seus costumes, seu vestuário, sua alimentação e todos os seus códigos. Por fim, essas estruturas imperialistas acabam gerando violência e caos,  resultado de seu ingênuo atropelo e da confrontação cultural.

Hoje, é necessário formar âmbitos onde se resgatem as idéias, crenças e atitudes humanistas de cada cultura que, para além de todas as diferenças, estão no coração dos diversos povos e indivíduos.

Notas Internacionais


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AS VIRTUDES

No momento atual, na vida social e pessoal, tende-se a enfatizar as dificuldades e o negativo de si mesmo e das pessoas que se relacionam com a gente.
Esta visão degradante de si mesmo gera uma atitude, uma forma de sentir e de viver muito particular, cujo resultado a curto ou médio prazo resultará negativo.
Não negamos que exista um grande número de dificuldades às que nos enfrentamos dia após dia. Mas é muito importante reconhecer que esta maneira de enfrentá-las é conseqüência de um sistema desumano que hoje se impõe e que tende a negativizar as pessoas.


Podemos repetir mecanicamente esta atitude, ou descobrir e fortalecer um modo de viver, pensar e sentir diferente, que se apóie no mais interessante de cada um. Que se apóie nas próprias virtudes.


Entendemos por virtude toda atitude que, levada à ação, nos põe em acordo com nós mesmos, independentemente de nossa habilidade para realizá-la, nos deixando um registro de profunda paz.


Se lembrarmos estas situações, veremos que possivelmente não só estarão ligadas a certas ações, mas a um modo de realizá-las no qual atuamos desde o melhor de cada um.


Se reconhecermos estas atitudes, se conseguimos tingir nosso diário acionar com este modo de fazer as coisas, reconheceremos não só nossas virtudes, mas também as dos demais, e certamente poderemos saltar por cima das dificuldades, modificar situações, e assim alcançar os objetivos de vida propostos.


Em todo caso, realizar uma lista das próprias virtudes (sejam estas atitudes, modos de comportamento, habilidades, atividades, etc.), e depois imaginar como se poderia potencializar ao máximo sua aplicação no mundo, resulta em um trabalho de muita importância para a própria vida e para a dos demais.


Este modo de fazer e sentir as coisas, este posicionamento frente à vida baseado nas próprias virtudes, deveria colocar-se em marcha desde agora. É a atitude que permite resolver dificuldades, avançar e construir em uma direção de vida coerente e positiva.