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Sentidos

Os sentidos têm por função receber e fornecer dados à consciência e à memória, sendo organizados de diferente maneira segundo necessidades e tendências do psiquismo.


O aparelho de sentidos encontra sua origem em um tato primitivo que progressivamente se foi especializando. Pode-se diferenciar entre sentidos externos, segundo detectem informação do meio externo, e sentidos internos, segundo captem informação do interior do corpo. De acordo com seu tipo de atividade podem ordenar-se como: sentidos químicos (gosto e olfato); sentidos mecânicos (o tato propriamente dito e os sentidos internos de sinestesia e kinestesia) e os sentidos físicos (ouvido e vista). Nos sentidos internos, o sinestésico proporciona a informação do intracorpo; há quimioceptores, termoceptores, baroceptores e outros; também a detecção da dor tem um papel importante. O trabalho dos centros é detectado sinestesicamente, como assim também os diferentes níveis do trabalho da consciência. Em vigília, a informação sinestésica tem um mínimo de registros por quanto é o momento dos sentidos externos e todo o psiquismo se está movimentando em relação com esse mundo externo. Quando a vigília diminui no seu potencial, a sinestesia aumenta a emissão de impulsos, dos que se tem um registro deformado, atuando como matéria-prima para as traduções que se farão em semi-sono e sono. O sentido kinestésico fornece dados do movimento e da postura corporal, do equilíbrio e desequilíbrio físico.
 

Notas Internacionais


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AS VIRTUDES

No momento atual, na vida social e pessoal, tende-se a enfatizar as dificuldades e o negativo de si mesmo e das pessoas que se relacionam com a gente.
Esta visão degradante de si mesmo gera uma atitude, uma forma de sentir e de viver muito particular, cujo resultado a curto ou médio prazo resultará negativo.
Não negamos que exista um grande número de dificuldades às que nos enfrentamos dia após dia. Mas é muito importante reconhecer que esta maneira de enfrentá-las é conseqüência de um sistema desumano que hoje se impõe e que tende a negativizar as pessoas.


Podemos repetir mecanicamente esta atitude, ou descobrir e fortalecer um modo de viver, pensar e sentir diferente, que se apóie no mais interessante de cada um. Que se apóie nas próprias virtudes.


Entendemos por virtude toda atitude que, levada à ação, nos põe em acordo com nós mesmos, independentemente de nossa habilidade para realizá-la, nos deixando um registro de profunda paz.


Se lembrarmos estas situações, veremos que possivelmente não só estarão ligadas a certas ações, mas a um modo de realizá-las no qual atuamos desde o melhor de cada um.


Se reconhecermos estas atitudes, se conseguimos tingir nosso diário acionar com este modo de fazer as coisas, reconheceremos não só nossas virtudes, mas também as dos demais, e certamente poderemos saltar por cima das dificuldades, modificar situações, e assim alcançar os objetivos de vida propostos.


Em todo caso, realizar uma lista das próprias virtudes (sejam estas atitudes, modos de comportamento, habilidades, atividades, etc.), e depois imaginar como se poderia potencializar ao máximo sua aplicação no mundo, resulta em um trabalho de muita importância para a própria vida e para a dos demais.


Este modo de fazer e sentir as coisas, este posicionamento frente à vida baseado nas próprias virtudes, deveria colocar-se em marcha desde agora. É a atitude que permite resolver dificuldades, avançar e construir em uma direção de vida coerente e positiva.