Início Esquema e Aparatos Circuito integrado entre sentidos, memória e coordenador

Circuito integrado entre sentidos, memória e coordenador

As conectivas entre sentidos, memória e consciência, revelam aspectos de importância do funcionamento do psiquismo. Estes circuitos conectivos trabalham em uma complexa autorregulação. Assim, quando o coordenador faz apercepção da percepção a evocação fica inibida, e inversamente, a apercepção de memória inibe a percepção. Quando os sentidos externos estão atuando se freia a entrada de estímulos internos e vice-versa.

A maior interregulação aparece nas mudanças de nível de trabalho, aonde ao ir aumentando o sono (ou diminuindo a vigília), se bloqueiam os mecanismos de reversibilidade, soltando-se então com força os mecanismos associativos; por sua vez, os mecanismos críticos ao temo em que começam seu trabalho inibem os mecanismos associativos, ao aumentar a vigília.

Entre os sentidos também há interregulação automática: quando a visão amplia seu umbral meio o tato, o olfato e o ouvido diminuem, sucedendo isto entre todos os sentidos (p.ex.: costuma-se fechar os olhos para ouvir melhor).

Notas Internacionais


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AS VIRTUDES

No momento atual, na vida social e pessoal, tende-se a enfatizar as dificuldades e o negativo de si mesmo e das pessoas que se relacionam com a gente.
Esta visão degradante de si mesmo gera uma atitude, uma forma de sentir e de viver muito particular, cujo resultado a curto ou médio prazo resultará negativo.
Não negamos que exista um grande número de dificuldades às que nos enfrentamos dia após dia. Mas é muito importante reconhecer que esta maneira de enfrentá-las é conseqüência de um sistema desumano que hoje se impõe e que tende a negativizar as pessoas.


Podemos repetir mecanicamente esta atitude, ou descobrir e fortalecer um modo de viver, pensar e sentir diferente, que se apóie no mais interessante de cada um. Que se apóie nas próprias virtudes.


Entendemos por virtude toda atitude que, levada à ação, nos põe em acordo com nós mesmos, independentemente de nossa habilidade para realizá-la, nos deixando um registro de profunda paz.


Se lembrarmos estas situações, veremos que possivelmente não só estarão ligadas a certas ações, mas a um modo de realizá-las no qual atuamos desde o melhor de cada um.


Se reconhecermos estas atitudes, se conseguimos tingir nosso diário acionar com este modo de fazer as coisas, reconheceremos não só nossas virtudes, mas também as dos demais, e certamente poderemos saltar por cima das dificuldades, modificar situações, e assim alcançar os objetivos de vida propostos.


Em todo caso, realizar uma lista das próprias virtudes (sejam estas atitudes, modos de comportamento, habilidades, atividades, etc.), e depois imaginar como se poderia potencializar ao máximo sua aplicação no mundo, resulta em um trabalho de muita importância para a própria vida e para a dos demais.


Este modo de fazer e sentir as coisas, este posicionamento frente à vida baseado nas próprias virtudes, deveria colocar-se em marcha desde agora. É a atitude que permite resolver dificuldades, avançar e construir em uma direção de vida coerente e positiva.