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O sofrimento pela imaginação

A imaginação é necessária à vida. Graças a essa faculdade podemos planejar, fazer projetos e por último chegar a modificar a realidade, aplicando na prática nossa ação movida por ela. A imaginação é uma força enorme, mas os resultados dependem de como a mesma é dirigida. De fato, se a imaginação se canaliza em ações negativas, ela termina provocando desajustes de todo tipo, gerando sofrimento.


Quando uma pessoa teme perder o que tem, ou teme não alcançar o que se propõe, sofre pela imaginação. Também sofre pela imaginação aquele cujo futuro lhe parece inseguro ou desastroso. É tal o sofrimento, que às vezes ele se transforma em dor física e doença. Sobre este último ponto, deve considerar-se que numerosas doenças não são mais do que imaginárias e que, com o tempo, se tornam reais. A imaginação negativa produz, além disso, tensão mental, diminuindo todas as aptidões.
Essa capacidade que a imaginação tem para levar-nos a atuar mal no mundo ou para influenciar sobre o corpo de modo negativo, pode modificar-se. As Experiências Guiadas se baseiam nesta grande faculdade do ser humano; com elas se trabalha separando a imaginação do sofrimento que até então a acompanhava.

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AS VIRTUDES

No momento atual, na vida social e pessoal, tende-se a enfatizar as dificuldades e o negativo de si mesmo e das pessoas que se relacionam com a gente.
Esta visão degradante de si mesmo gera uma atitude, uma forma de sentir e de viver muito particular, cujo resultado a curto ou médio prazo resultará negativo.
Não negamos que exista um grande número de dificuldades às que nos enfrentamos dia após dia. Mas é muito importante reconhecer que esta maneira de enfrentá-las é conseqüência de um sistema desumano que hoje se impõe e que tende a negativizar as pessoas.


Podemos repetir mecanicamente esta atitude, ou descobrir e fortalecer um modo de viver, pensar e sentir diferente, que se apóie no mais interessante de cada um. Que se apóie nas próprias virtudes.


Entendemos por virtude toda atitude que, levada à ação, nos põe em acordo com nós mesmos, independentemente de nossa habilidade para realizá-la, nos deixando um registro de profunda paz.


Se lembrarmos estas situações, veremos que possivelmente não só estarão ligadas a certas ações, mas a um modo de realizá-las no qual atuamos desde o melhor de cada um.


Se reconhecermos estas atitudes, se conseguimos tingir nosso diário acionar com este modo de fazer as coisas, reconheceremos não só nossas virtudes, mas também as dos demais, e certamente poderemos saltar por cima das dificuldades, modificar situações, e assim alcançar os objetivos de vida propostos.


Em todo caso, realizar uma lista das próprias virtudes (sejam estas atitudes, modos de comportamento, habilidades, atividades, etc.), e depois imaginar como se poderia potencializar ao máximo sua aplicação no mundo, resulta em um trabalho de muita importância para a própria vida e para a dos demais.


Este modo de fazer e sentir as coisas, este posicionamento frente à vida baseado nas próprias virtudes, deveria colocar-se em marcha desde agora. É a atitude que permite resolver dificuldades, avançar e construir em uma direção de vida coerente e positiva.