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O sentido da vida

É preciso reconhecer que, se estamos desorientados ou não temos uma finalidade, um sentido na vida, nos perdemos nas três vias e não sabemos o que esclarecer de nosso caminho porque também não compreendemos para onde vamos. Certamente, o descobrimento de um sentido na vida é o que mais nos ajuda a transformar as três vias do sofrimento em três vias positivas para a existência.


No livro “Humanizar a Terra”, Cap. VII, Silo afirma:


“...Se por acaso te imaginas como um bólido fugaz que perdeu seu brilho ao tocar esta terra, aceitarás a dor e o sofrimento como a natureza mesma das coisas. Mas, se acreditares que foste lançado ao mundo para cumprir com a missão de humanizá-lo, agradecerás aos que te precederam e construíram trabalhosamente teu degrau para continuar na ascensão.


Nomeador de mil nomes, fazedor de sentido, transformador do mundo... teus pais e os pais de teus pais se continuam em ti. Não és um bólido que cai mas uma brilhante seta que voa para os céus. És o sentido do mundo e quando esclareces teu sentido iluminas a terra. Quando perdes teu sentido, a terra se obscurece e o abismo se abre.
Te direi qual é o sentido de tua vida aqui: humanizar a Terra! Que é humanizar a Terra? É superar a dor e o sofrimento, é aprender sem limite, é amar a realidade que constróis.


Não posso pedir-te que vás além, mas também não será ultrajante que eu afirme: “¡Ama a realidade que constróis e nem sequer a morte deterá teu vôo”!”.

 

“Não cumprirás com tua missão se não pões tuas forças em vencer a dor e o sofrimento naqueles que te rodeiam. E se conseguires que eles por sua vez empreendam a tarefa de humanizar o mundo abrirás seu destino para uma vida nova”.


Bibliografia
Silo, Obras Completas, Volume I, “Humanizar a Terra”, Paisagem Interno: “Dor, sofrimento e sentido da vida”
Silo, Obras Completas, “Fala Silo” – Arenga da Cura do Sofrimento.
Vídeo Comentários de Silo – Cap. 3: “A Mensagem” – www.silo.net .

Notas Internacionais


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AS VIRTUDES

No momento atual, na vida social e pessoal, tende-se a enfatizar as dificuldades e o negativo de si mesmo e das pessoas que se relacionam com a gente.
Esta visão degradante de si mesmo gera uma atitude, uma forma de sentir e de viver muito particular, cujo resultado a curto ou médio prazo resultará negativo.
Não negamos que exista um grande número de dificuldades às que nos enfrentamos dia após dia. Mas é muito importante reconhecer que esta maneira de enfrentá-las é conseqüência de um sistema desumano que hoje se impõe e que tende a negativizar as pessoas.


Podemos repetir mecanicamente esta atitude, ou descobrir e fortalecer um modo de viver, pensar e sentir diferente, que se apóie no mais interessante de cada um. Que se apóie nas próprias virtudes.


Entendemos por virtude toda atitude que, levada à ação, nos põe em acordo com nós mesmos, independentemente de nossa habilidade para realizá-la, nos deixando um registro de profunda paz.


Se lembrarmos estas situações, veremos que possivelmente não só estarão ligadas a certas ações, mas a um modo de realizá-las no qual atuamos desde o melhor de cada um.


Se reconhecermos estas atitudes, se conseguimos tingir nosso diário acionar com este modo de fazer as coisas, reconheceremos não só nossas virtudes, mas também as dos demais, e certamente poderemos saltar por cima das dificuldades, modificar situações, e assim alcançar os objetivos de vida propostos.


Em todo caso, realizar uma lista das próprias virtudes (sejam estas atitudes, modos de comportamento, habilidades, atividades, etc.), e depois imaginar como se poderia potencializar ao máximo sua aplicação no mundo, resulta em um trabalho de muita importância para a própria vida e para a dos demais.


Este modo de fazer e sentir as coisas, este posicionamento frente à vida baseado nas próprias virtudes, deveria colocar-se em marcha desde agora. É a atitude que permite resolver dificuldades, avançar e construir em uma direção de vida coerente e positiva.