Início Partido Humanista Materiais de referência

Materiais de referência

Partido Humanista Internacional

Materiais oficiais

1. Declaração de Princípios, aprovada pelo 1º Congresso da Internacional Humanista (IH) (Florença, 1989)

2. Tese (ampliação dos Princípios), aprovadas pelo 1º Congresso da IH (Florença, 1989)

3. Bases de ação política, aprovadas pelo 1º Congresso da IH e atualizadas com as propostas de ação política do presente documento

4. Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 1948 pelas Nações Unidas, adotada pelo Partido Humanista no 1º Congresso da IH (Florença, 1989)

5. Documento Humanista, adotado pelo Partido Humanista no 2º Congresso da IH (Moscou, 1993)

6. Recomendações da mesa coordenadora ao 1º Congresso da IH (Florença, 1989)

7. Manual de Formação Pessoal para Membros do Movimento Humanista (Centro de Estudos Parque Punta de Vacas, 2009). Disponível em www.silo.net


Materiais recomendados

1. Livro do Partido Humanista (recompilação de documentos, 2000)

2. Cartas a meus amigos, Silo. Obras Completas, Vol. I, Plaza y Valdés, 2002

3. Livro Laranja (análises e propostas de ação dos partidos nacionais)

4. Más allá del Capitalismo, Economía Mixta, Guillermo Sullings, Editorial Magenta, 2000.

5. O Fim da Pré-história, Tomas Hirsch, Expressão Popular, 2008.

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AS VIRTUDES

No momento atual, na vida social e pessoal, tende-se a enfatizar as dificuldades e o negativo de si mesmo e das pessoas que se relacionam com a gente.
Esta visão degradante de si mesmo gera uma atitude, uma forma de sentir e de viver muito particular, cujo resultado a curto ou médio prazo resultará negativo.
Não negamos que exista um grande número de dificuldades às que nos enfrentamos dia após dia. Mas é muito importante reconhecer que esta maneira de enfrentá-las é conseqüência de um sistema desumano que hoje se impõe e que tende a negativizar as pessoas.


Podemos repetir mecanicamente esta atitude, ou descobrir e fortalecer um modo de viver, pensar e sentir diferente, que se apóie no mais interessante de cada um. Que se apóie nas próprias virtudes.


Entendemos por virtude toda atitude que, levada à ação, nos põe em acordo com nós mesmos, independentemente de nossa habilidade para realizá-la, nos deixando um registro de profunda paz.


Se lembrarmos estas situações, veremos que possivelmente não só estarão ligadas a certas ações, mas a um modo de realizá-las no qual atuamos desde o melhor de cada um.


Se reconhecermos estas atitudes, se conseguimos tingir nosso diário acionar com este modo de fazer as coisas, reconheceremos não só nossas virtudes, mas também as dos demais, e certamente poderemos saltar por cima das dificuldades, modificar situações, e assim alcançar os objetivos de vida propostos.


Em todo caso, realizar uma lista das próprias virtudes (sejam estas atitudes, modos de comportamento, habilidades, atividades, etc.), e depois imaginar como se poderia potencializar ao máximo sua aplicação no mundo, resulta em um trabalho de muita importância para a própria vida e para a dos demais.


Este modo de fazer e sentir as coisas, este posicionamento frente à vida baseado nas próprias virtudes, deveria colocar-se em marcha desde agora. É a atitude que permite resolver dificuldades, avançar e construir em uma direção de vida coerente e positiva.